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segunda-feira, 13 de fevereiro de 2017

Escolaridade até aos 18 anos resultou numa subida de 3,4% de estudantes


No ano lectivo de 2014/2015 chegou ao final do ensino secundário a primeira vaga de alunos abrangidos pela escolaridade obrigatória até aos 18 anos. Nesse ano, que é também o último com dados divulgados, estavam inscritos no secundário apenas mais 12.353 alunos do que em 2011/2012, o último em que naquele nível de ensino não havia alunos abrangidos pela escolaridade obrigatória.

Nas estimativas do Ministério da Educação sobre o impacto desta medida já se previa que o acréscimo de alunos fosse reduzido, uma vez que o abandono escolar no final do ensino básico era já “muito circunstancial”.

As características do universo do antes e depois da escolaridade obrigatória até aos 18 anos também são muito semelhantes, com um grande excepção: o número de alunos com Necessidades Educativas Especiais no secundário quase quadruplicou. Actualmente são 11.062. Em 2011/2012 eram 2792.

A chegada destes alunos ao ensino secundário, geralmente abandonavam os estudos antes, foi considerado um dos “grandes desafios” do alargamento da escolaridade obrigatória. O balanço está ainda por fazer, mas o Governo está a preparar um novo diploma sobre “educação inclusiva” destinado aos alunos com Necessidades Educativas Especiais. “O objectivo é trazer o aluno diferente para dentro do grupo”, indicou o secretário de Estado da Educação João Costa.

Com a obrigação de estarem mais anos na escola, o peso dos rapazes no secundário voltou a ser maioritário (50,7%)). Também aumentou a proporção dos alunos nos cursos profissionalizantes, dos quais a maioria não prosseguirá estudos no ensino superior. Dados recentes mostram que só 18% destes alunos o fizeram. Já a maioria dos alunos que frequentam o chamado ensino regular prosseguem depois estudos no superior.

Não é a única diferença entre estes dois grupos. Em 2014/2015, 71,3% dos alunos que estavam no ensino regular estavam na idade normal de frequência deste nível de ensino, não tendo por isso sido chumbados antes. No profissional aquela percentagem descia para 25,7% e quase 19% estavam com três ou mais anos de atraso.

O nível de escolaridade dominante na família dos estudantes também diverge. Entre os alunos do ensino regular, há 59,9% cujas famílias são detentoras do ensino secundário ou do ensino superior. No caso dos que frequentam cursos profissionalizantes essa percentagem reduz-se para 39,3%.

Com a escolaridade obrigatória aumentou também a percentagem de alunos beneficiários da Acção Social Escolar, que se destina a agregados com um rendimento igual ou inferior ao salário mínimo nacional.

Informação retirada daqui

quarta-feira, 12 de outubro de 2016

No 1º ano tem-se mais 456 minutos de aulas por semana do que no 12.º


Alexandre Henriques, autor do blogue de educação ComRegras, um dos mais respeitados nesta área, comparou os tempos letivos semanais que uma criança de seis anos passa nas aulas, com os tempos letivos semanais de um adolescente a frequentar o 12.º de escolaridade e a conclusão que destaca é que "um aluno de seis anos passa mais 465 minutos por semana na escola que um aluno de 18 anos".

Depois de comparar as matrizes curriculares do Ministério da Educação, Alexandre Henriques divulgou, nas últimas, o estudo comparado no seu blogue, revelando que um aluno no 1.º ano de escolaridade tem 1.500 horas de carga letiva, enquanto um estudante do 12.º ano tem 1.035 horas de carga letiva.

O estudo revela também que os anos com maior carga letiva em Portugal são o 3.º e 4.ºanos de escolaridade, com 1.620 horas.

No 2.º ciclo, que corresponde ao 5.º e 6.º ano, a carga horária letiva é de 1.350 horas e, no 7.º ano de escolaridade, volta a aumentar para as 1.530 horas, para voltar a baixar nos 8.º e 9.º anos, em que a carga horária está nas 1.485 horas.

No 10.º e 11.º anos dá-se um novo aumento da carga horária para 1.530 horas, para voltar a baixar no 12.º, com as 1.035 horas.

"A carga letiva atribuída aos alunos portugueses não tem a mínima consideração pela sua idade, não tem uma lógica progressiva, sendo vítima de múltiplos interesses exceto os dos próprios alunos", observa o autor do estudo, referindo que há situações de uma "incongruência difícil de explicar", como é o caso da atividade física praticada na escola que tem o seu "pico no ensino secundário".

Informação retirada daqui

quinta-feira, 26 de setembro de 2013

Perfil do Docente de Biologia/Geologia 2010/2011


sexta-feira, 6 de setembro de 2013

Ministério estima que escolas percam 40 mil alunos até 2017


O Ministério da Educação e Ciência (MEC) estima que entre 2011, ano de referência num estudo divulgado nesta sexta-feira, e 2017 o sistema educativo perca 40 mil alunos. Isto já tendo em conta o impacto do alargamento da escolaridade obrigatória (até aos 18 anos) e as condicionantes demográficas resultantes dos nascimentos e fluxos migratórios.

Em 2011-2012, o número de inscritos nos diferentes níveis de ensino era de quase 1,4 milhões de alunos (1.352.176), segundo o artigo “Modelo de previsão do número de alunos em Portugal – impacto do alargamento da escolaridade obrigatória”, da Direcção-Geral de Estatística da Educação e Ciência (DGEEC).

Apontando o estudo para “um decréscimo estimado de cerca de 40 mil alunos entre 2011/12 e 2017/18”, está a falar-se de uma quebra de 3%. A diminuição vai fazer sentir-se, sobretudo, a partir de 2015/16, inclusive.

“Apesar do sucesso das medidas que fomentam a manutenção dos jovens no sistema de ensino, no que refere ao total de alunos, as previsões apontam para um decréscimo cada vez mais acentuado à medida que o efeito de onda resultante do alargamento da escolaridade obrigatória for sendo sobreposto pela quebra de cerca de dez mil novos alunos à entrada, nos últimos cinco anos”, diz a DGEEC.

Nem todos os níveis de ensino serão igualmente afectados: o 1.º e 2.º ciclos do básico perdem, nestes cálculos, 55 mil alunos. “No 3.º ciclo, o alargamento da escolaridade obrigatória já se tem vindo a fazer sentir desde 2009/10, prevendo-se um crescimento pouco expressivo em 2012/13 e um impacto crescente nos dois anos lectivos seguintes.”

No secundário, tal como no 3.º ciclo, também se estima que o número de alunos aumente no próximo ano lectivo e no seguinte, “em muito devido à consolidação de ofertas alternativas ao ensino regular, tais como modalidades de carácter vocacional, profissional ou tecnológico”. Mas, mesmo assim, as estimativas apresentadas dizem que, em relação a 2011, o secundário só deverá ganhar mais 11.500 alunos até 2017.

Os cálculos da DGEEC têm em conta o ensino público e privado e partem do pressuposto que “as condicionantes existentes em 2011/12” se mantêm.

Notícia retirada daqui

quinta-feira, 5 de setembro de 2013

Estudo defende aposta em professores-tutores para combater insucesso e absentismo


O acompanhamento por um professor-tutor permitiu que, em apenas um ano lectivo, o resultado médio escolar de 277 alunos do 2º e 3ºciclos passasse de negativo para positivo e com que a taxa de absentismo injustificado caísse 50%. Este foi o resultado da aplicação de um estudo iniciado há quatro anos por uma equipa de investigadores de Universidade de Coimbra (UC), que defendem a generalização dos programas de tutoria.

O projecto envolveu 277 alunos, com um percurso escolar marcado por absentismo e pelo insucesso, de 13 turmas de escolas dos Açores e do Algarve. Segundo Francisco Simões, um dos investigadores da Faculdade de Psicologia e Ciências da Educação da UC, participaram ainda no programa 36 tutores (professores com áreas disciplinares atribuídas às respectivas turmas), cada um dos quais ficou responsável pelo acompanhamento contínuo e de proximidade de cinco a, no máximo, oito jovens.

Ao longo do ano lectivo 2010/2011, os professores-tutores tiveram um encontro semanal ou quinzenal com cada um dos alunos – que serviu tanto para a preparação de testes como para a planificação do estudo ou para a discussão das causas do absentismo, exemplificou Francisco Simões. Para além disso, os vários professores da turma com funções de tutoria tiveram, no seu horário, entre 45 a 90 minutos por semana para acompanhar o grupo. Nestes encontros, menos personalizados, podiam ser tratados temas diversos, como as dependências ou a prevenção de comportamentos de risco, apontou.

O investigador frisa que, para além de melhorarem as classificações e baixarem o nível de absentismo, os alunos que beneficiaram da intervenção tutorial (com idades compreendidas entre os 10 e os 18 anos) “registaram melhorias no que diz respeito ao seu sentido de competência na aprendizagem e integração na escola, comparativamente ao grupo de controlo”.

 “A importância que teria a implementação de um programa regular de tutoria nas escolas é ainda mais significativa se tivermos em conta que entre os alunos do grupo de controlo (um grupo equivalente que no mesmo ano não beneficiou de tutoria) os problemas se agravaram, a todos os níveis, em relação ao ano anterior", frisa Francisco Simões.

A concepção do programa de tutoria escolar, que incluiu a aplicação do projecto em fase piloto, entre 2005 e 2009, foi feita com fundos comunitários. A aplicação e a avaliação foram financiadas pela Fundação para a Ciência e Tecnologia.

Notícia retirada daqui

domingo, 25 de agosto de 2013

Menos meio milhão de alunos em dez anos


Menos nascimentos e menos crianças a estudar. Na última década, as escolas perderam quase meio milhão de alunos, entre Pré-Escolar e Ensino Básico e Secundário. A diferença entre o número de alunos nos anos letivos 2002/03 (1 807 522) e 2011/12 (1 321 174) é de 486 348, o que representa a redução de 26,9 por cento.
Cinfães é apenas um dos exemplos. Há 15 anos, existiam 54 escolas do 1º ciclo. Agora são menos de 20. "No ano letivo de 2003/2004 havia mais de mil alunos do 1º ciclo. No próximo ano letivo, estima-se que sejam 478 alunos. Em dez anos houve uma redução para metade. No interior do País é ainda mais catastrófica a diminuição da natalidade", disse Manuel Pereira, presidente da Associação Nacional de Dirigentes Escolares e diretor do Agrupamento de Escolas de Cinfães.
O encerramento de escolas primárias, sobretudo no interior de País, obriga muitas crianças a percorrer vários quilómetros diariamente. "Há alunos a fazerem 35 km, o equivalente a uma hora de viagem, para estudar. Esta realidade leva muitos pais a repensar as suas opções, nomeadamente a ter mais do que um filho. Nos 24 concelhos do distrito de Viseu, apenas Viseu aumentou a população, segundos os últimos dados", explicou Manuel Pereira, acrescentando que se reformaram, nos últimos oito anos, cerca de 20 mil docentes. "Há falta de professores, os que se aposentaram não foram substituídos", referiu.
Os sindicatos de professores apontam o dedo ao Ministério da Educação. Estimam que a tendência de redução de alunos se mantenha nos próximos anos, sobretudo no Ensino Básico, criticando Nuno Crato por justificar a quebra de alunos com a redução do número de professores nas escolas.

Noticia retirada daqui

terça-feira, 20 de agosto de 2013

Quadro resumo da Educação em Portugal atualmente


sexta-feira, 16 de novembro de 2012

Saída de professores explica redução de 5% dos trabalhadores no Estado




A redução dos trabalhadores do Estado conseguida entre final do ano passado e Setembro deste ano ficou a dever-se, sobretudo, ao fim dos contratos a termo dos professores e funcionários das escolas. No espaço de nove meses as Administrações Públicas (Estado central, regiões autónomas e administração local) perderam 31.439 trabalhadores, dos quais perto de 70% estavam a contrato.

A síntese estatística do emprego público divulgada ontem revela que o sector público tinha em finais de Setembro 581.444 trabalhadores, menos 5,1% do que em Dezembro do ano passado. Dados que levaram o secretário de Estado da Administração Pública, Hélder Rosalino, a garantir que a meta de redução de 2% do número de funcionários, prevista na memorando da troika, será cumprida.

"Neste momento, estamos em condições de poder anunciar que no final do terceiro trimestre já se está a ultrapassar a proposta para o ano inteiro. Os números apontam para uma redução na casa dos 5% de trabalhadores da administração pública", afirmou durante o debate na especialidade da proposta do Orçamento do Estado (OE) para 2013, no Parlamento.

Hélder Rosalino admitiu, contudo, que os números poderão ainda sofrer alterações, dado que os dados do próximo trimeste já serão influenciados pela colocação de professores nos meses de Outubro e Novembro, mas reforçou a convicção de que será possível cumprir a meta definida para a Administração Central.

No final do ano, esclareceu o secretário de Estado após a audição no Parlamento, o Governo conta reduzir entre 3% e 4% o número de trabalhadores, ficando acima da meta definida para a totalidade do ano.

Olhando para a evolução do emprego apenas na administração central (incluindo os trabalhadores nas entidades públicas empresariais e na Santa Casa da Misericórdia de Lisboa) conclui-se que a redução mais significativa ocorreu nos contratados a termo. Entre o final de 2011 e 30 de Setembro de 2012, o Estado dispensou 21.649 trabalhadores que tinham contratos a termo, a maioria dos quais oriundos do Ministério da Educação e do Ministério da Saúde. Ainda assim, este tipo de vínculo aumentou nos ministérios da Administração Interna e da Segurança Social.

Na análise aos fluxos das entradas e saídas no universo no universo total do Estado, o relatório elaborado pela Direcção-Geral da Administração e do Emprego Público aponta para um saldo negativo de 30.123 funcionários. Este número resulta da diferença entre os 55.500 trabalhadores que deixaram definitivamente a administração pública e as 25.377 novas entradas.

Este saldo negativo é transversal a todos os ministérios, à região autónoma da Madeira e à administração local. Apenas nos Açores entraram mais cinco pessoas do que saíram.

No que respeita às saídas definitivas, as estatísticas mostram que 10.675 funcionários deixaram o Estado porque se aposentaram. Este número deverá ultrapassar os 18 mil até ao final do ano, de acordo com a lista de aposentações até Dezembro já publicada pela Caixa Geral de Aposentações (CGA),

Embora o Governo se recuse a divulgar dados sobre o número de pedidos de aposentação que chegaram à CGA após a apresentação do OE para 2013, tudo indica que até ao final do ano se verifique uma corrida às reformas. Os funcionários públicos querem evitar ser abrangidos pelo aumento da idade da reforma, que a partir de Janeiro do próximo ano passará a ser de 65 anos.


domingo, 4 de novembro de 2012

Cada aluno custa ao Estado 50 mil euros




Os 12 anos de escolaridade obrigatória de um aluno no Ensino Público custam ao Estado 50 459,4€, com base nos valores apurados pelo Tri- bunal de Contas (TC), em 2009/2010. No 1º ciclo, cada aluno ‘custa’ um total de 11 087,88€. Nos oito anos seguintes – 2º, 3º ciclo e Ensino Secundário – o valor sobe para 39 371,52€. A média, diz o TC, é de 4415,45 € por aluno.

No relatório, e manutenção dos contratos de associação" com escolas privadas.
Em 2009/2010, gastou-se com estes contratos 239 milhões de euros em 93 estabelecimentos particulares e cooperativos, abrangendo 52 882 alunos, num custo médio por aluno de 4522€, variando os 4656€ na zona Centro e os 4253€ em Lisboa.

O TC considerou 1 238 599 alunos do 1º ao 12º ano, incluindo a formação de adultos, e revela que o custo médio por aluno no 1º ciclo é de 2771,97€, enquanto nos 2º e 3º ciclos do básico e no secun-dário é de 4921,44 €.

O relatório adverte que o custo médio apurado "não deve ser extrapolado para anos subsequentes" devido "ao contexto de contenção dos últimos anos", e lembra medidas como a suspensão dos subsídios ou o aumento do número de alunos por turma.

Pais defendem Lei-quadro para financiar ensino


Relatório do TC mostra custos da escola pública e privada, por aluno, em cada ciclo e por região. Confap quer utilizar documento como base para definir verbas
A Confederação das Associações de Pais (Confap) defendeu esta sexta-feira que, com o relatório do Tribunal de Contas relativo ao custo por aluno, estão criadas as condições para a criação de uma lei-quadro de financiamento do ensino e educação públicos.

"A partir desse quadro as escolas terão uma verba por aluno e por turma e há diferenças para os alunos do primeiro ciclo, do segundo ciclo e do secundário. Temos aqui a possibilidade de fazer uma lei-quadro do financiamento que permita que as escolas saibam o volume de financiamento com o qual têm que lidar e com o qual têm que responder às necessidades dos alunos", disse à agência Lusa o presidente da Confap.
Albino Almeida sublinhou que "é fundamentalmente nesse combate que a Confap se vai empenhar". O responsável reagia desta forma ao relatório do Tribunal de Contas (TC) que dá conta de que no ano lectivo de 2009/2010, "o último ano de uma senda de aposta clara na valorização da educação pública", cada aluno custou em média 4.415 euros anuais ao Estado.

O TC recomendou ao ministro da Educação, Nuno Crato, que pondere se precisa de manter contratos de associação com escolas privadas, onde cada aluno custa em média ao Estado 4.522 euros por ano, menos 126 euros que no ensino público.
Para o representante das associações de pais, a lei-quadro deve projectar um investimento na educação "numa base de igualdade, independentemente se quem presta o serviço é uma escola pública ou privada", uma vez que defende que toda a educação é pública.

E entende também que o relatório vem demonstrar que a discussão de 2010 sobre qual o montante que o Estado deveria atribuir por turma no ensino público e no ensino privado trabalhou com números "absolutamente falsos".
"Ouvíamos falar de 3.000 euros por aluno no público e de 5.000 euros por aluno no privado, agora verifica-se que não era nem uma coisa nem outra", afirmou.

Albino Almeida deixou ainda elogios ao TC por este organismo ter apelado à implementação de um plano oficial de contabilidade para a educação nas escolas, que permita acabar com a "dificuldade em ler o que é investimento público e privado nas escolas", deixando claro se a origem do dinheiro é o Estado, as autarquias, o sector privado ou os próprios pais. "Convém que todos possam escrutinar de forma transparente a gestão do dinheiro", defendeu.

O Tribunal de Contas analisou 824 agrupamentos e 352 escolas frequentadas por 1.238.599 estudantes dos ensinos básico e secundário públicos, chegando à conclusão de que "o custo médio por aluno é de 4.415,45 euros".
De acordo com o relatório "Apuramento do custo médio por aluno", os alunos vão ficando mais caros consoante vão avançando nos estudos: no primeiro ciclo, cada aluno custa em média 2.771,97 euros, enquanto nos segundo e terceiro ciclos e secundário o valor sobe para os 4.921,44 euros.

No entanto, estas "médias" escondem diferenças entre as regiões. O centro apresenta o custo mais elevado (4.307,59 euros), por oposição ao Algarve, onde se encontra o valor mais baixo (3.627,55 euros). Ou seja, nestas duas regiões há uma diferença de 680 euros por aluno.
Os valores apresentados pelo TC contemplam os estudantes do ensino regular, recorrente (destinado a quem já ultrapassou a idade normal de frequência de ensino) e de dupla certificação, não tendo sido contabilizadas as despesas associadas às Actividades de Enriquecimento Curricular e Acção Social Escolar.
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