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segunda-feira, 25 de agosto de 2014

segunda-feira, 25 de novembro de 2013

Programa da Formação Científica - Biologia e Geologia


Download -  Programa da Formação Científica - Biologia e Geologia

Data de Homologação7 de Setembro de 2005 
Equipa de Autores
Dorinda Henriques Valente Rebelo 
Alcina Maria Parracho Mendes (Coordenadora)


Programas da Formação Científica - Biologia


DownloadProgramas da Formação Científica - Biologia

Data de Homologação 
3 de Março de 2005 
Equipa de Autores 
Dorinda Henriques Valente Rebelo 
Alcina Maria Parracho Mendes (Coordenadora)

domingo, 21 de junho de 2009

Preparação da entrada em vigor do novo Programa de Português para o Ensino Básico – 2.º e 3.º ciclos

Os agrupamentos e as escolas com 2.º e 3.º ciclos podem inscrever-se, até 30 de Junho, para formação e acompanhamento da implementação do novo Programa de Português para o Ensino Básico, a decorrer no próximo ano lectivo.

O novo Programa de Português para o Ensino Básico, homologado em Março de 2009, após o período de consulta pública e com integração das propostas dela decorrentes, entra em vigor no ano lectivo de 2010/2011.

Para preparar a entrada em vigor do novo programa, é necessário trabalhar com os docentes de Língua Portuguesa, já a partir do ano lectivo de 2009/2010, no sentido de preparar a operacionalização dos novos textos programáticos, através de formação e de acompanhamento.

É fundamental que a preparação da entrada em vigor do programa seja acompanhada por formadores qualificados e por recursos didácticos validados, com o apoio permanente dos autores e de especialistas, para a construção de percursos adequados ao contexto das escolas.

Este acompanhamento será garantido pela Direcção-Geral de Inovação e de Desenvolvimento Curricular (DGIDC), mediante inscrição, por via electrónica, pelos órgãos de gestão dos agrupamentos e das escolas não agrupadas.

De acordo com o procedimento previsto, os agrupamentos e as escolas indicam um professor de Língua Portuguesa para cada um dos ciclos (2.º e 3.º), para receber formação, que ficará responsável por coordenar a implementação do programa no respectivo agrupamento ou escola.

Os agrupamentos indicam o coordenador de departamento para estas funções ou outro professor de Língua Portuguesa que considerem ter condições para o fazer, no caso de o coordenador não ser professor de Língua Portuguesa.

Podem indicar um responsável pelos dois ciclos (2.º e 3.º) ou dois responsáveis, um para o 2.º ciclo e outro para 3.º ciclo, dependendo da dimensão do agrupamento.

O coordenador da implementação do programa será acompanhado por um formador da sua área geográfica em sessões de formação presenciais (mensais) e a distância (50 horas presenciais + 70 horas a distância).

Os agrupamentos ou escolas atribuem aos coordenadores da implementação do novo Programa de Português três tempos não lectivos semanais (3 x 45 minutos), para organização de trabalhos sistemáticos de operacionalização do programa com os colegas.

Em caso de insuficiência da componente não lectiva, poderá haver lugar a redução lectiva.

Os agrupamentos ou escolas criam as condições necessárias para a frequência da formação, disponibilizando tempo em comum para sessões de trabalho semanais ou quinzenais, entre o coordenador da implementação e os restantes professores do grupo de Língua Portuguesa dos dois ciclos.

A formação para implementação do Programa no 1.º ciclo será assegurada pelo Programa Nacional de Ensino do Português (PNEP) – 1.º ciclo.

As escolas inscrevem os docentes responsáveis pela implementação na página de Internet da DGIDC, entre 5 e 30 de Junho

A DGIDC confirma a inscrição do agrupamento e a sua integração num grupo de formação, até 15 de Julho, mediante a confirmação dos dados enviados pela escola e recepção do termo de aceitação.


Mais informação

Dossier Língua Portuguesa, em
http://sitio.dgidc.min-edu.pt/linguaportuguesa/Paginas/default.aspx

domingo, 14 de junho de 2009

Programa de Matemática em 350 escolas

Foram cerca de 350 as escolas do ensino básico que se candidataram para aplicar, no próximo ano lectivo, o novo programa de Matemática do ensino básico.

Serão abrangidos alunos dos 1.º, 3.º, 5.º e 7.º anos. Seleccionadas foram as que demonstraram ter mais condições para que o arranque do programa corra bem.

O novo programa valoriza mais a álgebra e a estatística. E articula melhor as matérias entre o 1.º e o 2.º e 3.º ciclos de ensino, diz Joana Brocado, directora-geral da Inovação e Desenvolvimento Curricular. A sua aplicação será acompanhada por uma equipa de coordenação e por "professores acompanhantes" seleccionados por concurso nacional.

Aprovado em 2007 depois de um período de discussão pública, o novo programa de Matemática — uma das medidas do Plano de Acção para a Matemática (PAM) — já foi experimentado este ano por 40 professores, explicou ontem João Pedro da Ponte, do Instituto da Educação da Universidade de Lisboa. 

Para o investigador, um dos intervenientes na conferência sobre o ensino da matemática, que ontem aconteceu em Lisboa, uma das "chaves do sucesso" das mudanças está no tempo. "O tempo de trabalho dos professores com os alunos" e o "tempo que os alunos tiverem para aprender".

O PAM mobilizou até agora cerca de nove milhões de euros e apoiou 1060 projectos de escolas. Como este: na EB 2,3 de Santo António, em Faro, as aulas de Matemática passaram a ser leccionadas por mais do que um professor (a chamada assessoria); criou-se uma sala de estudo especial, prémios de mérito e aulas de apoio extra. 

Cláudia Cardoso, uma das docentes envolvidas, diz que a medida mais eficaz foi a assessoria — ideia, de resto, defendida pela maioria das escolas envolvidas no plano.

Andreia Sanches

domingo, 19 de abril de 2009

Homologada proposta de programas de Português para o ensino básico

O secretário de Estado da Educação, Valter Lemos, homologou a proposta de programas de Português para o ensino básico, após ter estado em consulta pública.




A proposta é da autoria de uma equipa, coordenada por Carlos Reis, que integrou Ana Paula Dias, Assunção Themudo Caldeira Cabral, Encarnação Silva, Filomena Viegas, Glória Bastos, Irene Mota, Joaquim Segura e Mariana Oliveira Pinto.
A discussão do documento envolveu todas as instituições de Ensino Superior do País, professores de 1.º Ciclo e da Língua Portuguesa de 2.º e 3.º ciclos, orientadores de estágio, formadores, coordenadores de Departamento e especialistas de várias áreas do Saber ligadas ao ensino da língua.
A revisão foi acompanhada de estudos realizados pela Direcção-Geral de Inovação e Desenvolvimento Curricular, disponíveis em:


O resultado da consulta pública saldou-se por 161 pareceres favoráveis, 56 sem posição e apenas 28 contrários.
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