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quinta-feira, 7 de setembro de 2017

Maria Montessori


Médica e pedagoga italiana. Primeira italiana formada em Medicina. Pediatra, abriu a primeira escola para crianças com deficiência, em 1907, tendo desenvolvido um método inovador na educação e ensino de crianças. Começou pelos bairros degradados de Roma, na chamada Casa dei Bambini (Casa das Crianças), e os seus métodos passaram a muitos países. As bases do seu método têm em consideração o desenvolvimento natural da criança e daí ir adaptando o ensino consoante a resposta da criança aos diversos estímulos e não o uso de medicamentos, como era uso até aí. Abriram colégios e escolas com o seu método por todo o mundo ocidental, na China e na Índia. Em 1936, por motivos ideológicos, abandonou a Itália e radicou-se nos Países-Baixos. Era defensora empenheda da liberdade e paz. O seu método de ensino foi publicado com o título «A Criança». Deixou obras como «Manual de Pedagogia Cientifica: formazione dell Uomo», «Educazione e Pace: La vita di Cristo», «Antropologia Pedagógica», entre outras. Maria Montessori revolucionou o ensino e a Itália concedeu-lhe a honra de figurar nas antigas notas de 1000 liras do seu país.

Informação retirada daqui

terça-feira, 5 de setembro de 2017

Maria Isabel Hahenman Saavedra de Aboim Inglês

Maria Isabel Hahenman Saavedra de Aboim Inglês 1902-1963 Nasceu em Lisboa, na Rua Nova do Loureiro, no Bairro Alto em 7 de Janeiro de 1902 e faleceu nesta cidade em 7 de Março de 1963. Maria Isabel cresceu, brincou e estudou em Lisboa. No Liceu Pedro Nunes tirou o curso complementar de Letras. Foi aí que conheceu o jovem Carlos Aboim Inglês, com quem veio a casar-se aos 20 anos. Inteligente, culta, espírito aberto ao mundo e à cultura, depois do 5º e último filho, matriculou-se na Faculdade de Letras de Lisboa, tirando, com resultados brilhantes, o curso de Ciências Histórico - Filosóficas. Um dos professores convidou-a para assistente na Universidade mas, com cinco filhos pequenos, viu-se obrigada a recusar. Dois anos depois apresentou a tese de licenciatura sobre «A Influência dos Descobrimentos na Sociedade Portuguesa», ao mesmo tempo que fundava o Colégio Fernão de Magalhães, na Rua dos Lusíadas. Directora e professora do colégio Maria Isabel foi para os alunos uma companheira mais velha e mais experiente, compreensiva e humana, ensinando e respeitando a liberdade de cada um e a colectiva.Foi dirigente do Conselho Nacional das Mulheres Portuguesas, depois da Associação Feminina Portugue­sa para a Paz e, quando o general Norton de Matos foi candidato à Presidência da República, percorreu o país de lés-a-lés, falando em assembleias populares realizadas em quase todas as cidades. Tanto a temiam e perseguiam que, uma vez, em campanha, quando se preparava para discursar, a polícia ameaçou-a de que se falasse prenderia o seu filho. O amor aos filhos e o respeito pela sua dignidade pessoal e cívica, nela não tinham limites. Maria Isabel falou, e o Carlos foi preso.Proibiram-lhe as aulas de História e de Filosofia na Universidade; tempos depois, afastaram-na de assistente, fecharam-lhe o colégio e impediram-na de prosseguir o curso de Sociologia que mantinha na Escola de Enfermagem. Retiraram-lhe os diplomas de professora do ensino oficial e do particular. Antes, aos 44 anos, haviam-na prendido pela primeira vez, voltando a ser encarcerada dois anos mais tarde.Impedida de leccionar, montou um atelier de modista, deu aulas particulares, fez traduções, etc. Em 1953, uma Universidade brasileira convidou-a para leccionar Filosofa.E foi quando se deslocava no seu pequeno carro, de casa de uma aluna para a de outra que a morte lhe chegou. Foi na Av. Estados Unidos, em Lisboa. Serenamente, encostou o carro e fechou os olhos para sempre. Foi numa quinta-feira à tarde, 7 de Março de 1963. Fizera há pouco 61 anos. - Uma vida de dignidade e de coragem exemplares.

domingo, 3 de setembro de 2017

Abgar Renault

Abgar Renault (A. de Castro Araújo R.), professor, educador, político, poeta, ensaísta e tradutor, nasceu em Barbacena, MG, em 15 de abril de 1901, e faleceu no Rio de Janeiro, RJ, em 31 de dezembro de 1995. Eleito em 1o de agosto de 1968 para a Cadeira n. 12, na sucessão de J. C. de Macedo Soares, foi recebido em 23 de maio de 1969, pelo acadêmico Deolindo Couto. 
Era filho de Léon Renault e de Maria José de Castro Renault. Casado com D. Ignês Caldeira Brant Renault, teve dois filhos, Caio Márcio e Luiz Roberto, e três netos, Caio Mário, Abgar e Flávio.
Realizou os estudos primários, secundários e superiores em Belo Horizonte, onde começou a exercer o magistério. Foi professor do Ginásio Mineiro de Belo Horizonte, da Universidade Federal de Minas Gerais e, no Rio de Janeiro, do Colégio Pedro II e da Universidade do Distrito Federal. Eleito deputado estadual por Minas Gerais, nomeado Diretor da Secretaria do Interior e Justiça do mesmo Estado; Secretário do Ministério da Educação e Saúde Pública Francisco Campos e seu Assistente na Secretaria da Educação e Cultura do Distrito Federal; Diretor e organizador do Colégio Universitário da Universidade do Brasil; Diretor do Departamento Nacional da Educação, Secretário da Educação do Estado de Minas Gerais em dois governos, quando se notabilizou por incentivar o ensino no meio rural; Ministro da Educação e Cultura; Diretor do Centro Regional de Pesquisas Educacionais João Pinheiro em Belo Horizonte; Ministro do Tribunal de Contas da União; membro da Comissão Internacional do Curriculum Secundário da Unesco (1956 a 1959); consultor da Unesco na Conferência sobre Necessidades Educacionais da África, em Addis Abeba (1961); membro da Comissão Consultiva Internacional sobre Educação de Adultos, também da Unesco (1968-1972); representante do Brasil em numerosas conferências internacionais sobre educação levadas a efeito pela Unesco em Londres, Paris, Santiago do Chile, Teerã, Belgrado e Genebra; eleito várias vezes membro da Comissão de Redação Final dos documentos dessas reuniões; membro da Comissão Consultiva Internacional do The World Book Encyclopædia Dictionary (Thorndike-Barnhart Copyright, Doubleday & Company, USA, 1963); membro do Conselho Federal de Educação e do Conselho Federal de Cultura; Professor Emérito da Universidade Federal de Minas Gerais. Esteve sempre ligado à educação e, como professor, preocupou-se com a língua portuguesa, de que foi um conhecedor exímio e representante fiel. 
Pertenceu à Academia Mineira de Letras, à Academia Municipalista de Letras de Belo Horizonte, à Academia Brasiliense de Letras; ao Instituto de Estudos Latino-Americanos da Universidade de Stanford, Califórnia, EUA, e foi Presidente da Sociedade Brasileira de Cultura Inglesa de Belo Horizonte. 
Em todos os postos que ocupou, como no magistério, Abgar Renault desenvolveu intensa e exemplar atividade, registrando em A palavra e a ação (1952) e Missões da Universidade (1955) seus estudos e reflexões. Além disso, foi um grande poeta. Contemporâneo de Carlos Drummond de Andrade, juntou-se ao grupo surrealista moderno e participou do movimento modernista de Minas Gerais. Desde então, sua importância na literatura contemporânea só fez crescer. Apesar de ter a obra associada ao Modernismo, fazia uma poesia original, audaciosa, não formalista e não ligada a nenhuma escola poética. Era dos que não faziam questão de aparecer em público, mas sua qualidade literária se impõe nos livros que publicou. Foi também um notável tradutor de poetas ingleses, norte-americanos, franceses, espanhóis e alemães. Era um grande especialista em Shakespeare. Sua poesia tem sido incluída em numerosas antologias, no Brasil e no exterior. 
Obras: Sonetos antigos (1968); A lápide sob a lua, poesia (1968); Sofotulafai, poesia (1971); A outra face da lua, poesia (1983); Obra poética, reunião das obras anteriores (1990). Traduções: Poemas ingleses de guerra (1942); A lua crescente (1942), Colheita de frutos (1945) e Pássaros perdidos (1947), de Rabindranath Tagore; O boi e o jumento do Presépio (1955), de Jules Supervielle. Essas obras foram reunidas, em grande parte, em Poesia Tradução e versão (1994).

Biografia retirada de NetSaber

sexta-feira, 1 de setembro de 2017

Adelmar Tavares

Adelmar Tavares (A. T. da Silva Cavalcanti), advogado, professor, jurista, magistrado e poeta, nasceu em Recife, PE, em 16 de fevereiro de 1888, e faleceu no Rio de Janeiro, RJ, em 20 de junho de 1963. Eleito em 25 de março de 1926 para a Cadeira n. 11, na sucessão de João Luís Alves, foi recebido em 4 de setembro de 1926, pelo acadêmico Laudelino Freire. 

Era filho de Francisco Tavares da Silva Cavalcanti e de Maria Cândida Tavares. Ingressou na Faculdade de Direito do Recife, onde colou grau em 1909. Ainda estudante, começou a colaborar na imprensa como redator do Jornal Pequeno. Em 1910, mudou-se para o Rio de Janeiro, onde ocupou importantes cargos. Foi professor de Direito Penal na Faculdade de Direito do Estado do Rio de Janeiro; promotor público adjunto (1910); curador de resíduos e testamentos (1918); curador de órfãos (1918-1940); advogado do Banco do Brasil (1925-1930); desembargador da Corte de Apelação do Distrito Federal (1940) e presidente do Tribunal de Justiça (1948-1950). 

Enquanto desenvolvia sua carreira na magistratura, Adelmar Tavares continuava colaborando na imprensa, e seu nome se tornara conhecido em todo o Brasil no setor da trova, sendo considerado, até hoje, o maior cultor desse gênero poético no Brasil. Suas trovas sempre mereceram referência na história literária brasileira. Sua obra poética caracteriza-se pelo romantismo, lirismo e sensibilidade, sendo recorrentes temas como o da saudade e o da vida simples junto à natureza. 

Era membro da Sociedade Brasileira de Criminologia, do Instituto dos Advogados, da Academia Brasileira de Belas Artes, membro e patrono da Academia Brasileira de Trovas. Era considerado o Príncipe dos Trovadores Brasileiros. Foi presidente da Academia Brasileira de Letras em 1948. 

Obras: Descantes, trovas (1907); Trovas e trovadores, conferência (1910); Luz dos meus olhos, Myriam, poesia (1912); A poesia das violas, poesia (1921); Noite cheia de estrelas, poesia (1925); A linda mentira, prosa (1926); Poesias (1929); Trovas (1931); O caminho enluarado, poesia (1932); A luz do altar, poesia (1934); Poesias escolhidas (1946); Poesias completas (1958). Escreveu também várias obras jurídicas, entre as quais Sobre a história do fideicomisso; Do homicídio eutanásico ou suplicado; Do direito criminal; O desajustamento do delinqüente à profissão. 

Informação retirada daqui

segunda-feira, 3 de julho de 2017

Adenilson dos Santos Franco


Escrever uma biografia de Adenilson dos Santos Franco tem para nós um sentido muito especial. Justifico: primeiro, por ter sido um profissional amante da Arte de Educar. Assim, com a percepção de Professor- irmão, de Homem -historiador e, ao mesmo tempo, homem-amigo, pretendemos registrar aqui algumas informações sobre a vida e as marcas de seu trabalho. Como seria impossível elencar todos os esforços do Prof. Adenilson,no corpo deste trabalho, algumas das suas contribuições e os reflexos destas na área político -educacional por todo a área da D.E. de Taboão da Serra. Acrescentaremos também iniciativas em torno da compreensão de educação de tomadas em várias partes. Este educador, Adenilson dos Santos Franco, conhecido em Taboão da Serra e nos Municípios visinhos apenas como NITO (do contra Baixo, por ser também musico), nasceu em Taboão da Serra - São Paulo, em 26 de novembro de 1973, filho de Artur dos Santos Franco e Josefa Maria Franco. Foi uma criança alegre e feliz, gostava muito de músicas,e quando jovem torna - se musico auto- didata, tocando contra baixo em vários grupos musicais da região, com o inicio deste gosto pela musica na Fanfarra da Escola Estadual Reverendo Almir, com o apoio da Direção o amigo diretor Vladimir Nogueira e também o incentivo da Direção "Escola Estadual Lucia de Castro Bueno o diretor Camilo por onde teve passagem como aluno nas series iniciais onde tornaram se grandes amigos" lembra - se bem o supervisor de ensino João Luis que na época era dirigente, as palavras do Professor Adenilson " ainda vou ser Dirigente Regional" o mesmo tinha garra, interesse na arte de Educar. Nito do Contra Baixo como carinhosamente era chamado, sempre teve apoio dos amigos tendo passado também por varias outras fanfarras no Município, pelo grupo de Rock " lugar Nenhum" , pelo grupo de pagode " Eskina Samba", que ensaiavam na Escola Estadual Reverendo Almir, e pelos grupos de pagode "Samba de Mesa", "Semente do Samba", " a Fazia shows musicais nas escolas, quermesse e praças da região, participando ativamente, sempre em contato com estudantes e adolescentes, dando bom exemplos a essa juventude que tanto precisava de um ponto de referencia e estimulo para continuarem no bom caminho estudando e trabalhando sempre,inclusive não aceitava de forma alguma atos ilícitos, sempre procurando orientar da melhor forma possível aqueles que lhe procuravam. Formou -se no magistério no E.E.I.P.S.G.E.S colégio E. A.G. em 01 de Dezembro1995. Após dando seqüência aos estudos no Centro universitário São Camilo - Ipiranga - SP a onde cursou Letras componente que o habilitava a lecionar Português e Inglês o que mais lhe dava satisfação profissional. Tendo lecionado nas E.E.P.G Reverendo Almir Pereira Bahia, passado na seqüência pela Escola Hugo Carotini, Escola Neuza Demetrio, Escola Francisco D'Amigo, Escola Jardim Pinheiro, Escola Heitor,, escola Maria Jose, Escola Nigro Gava e Cefan. 

Informação retirada daqui
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