terça-feira, 28 de fevereiro de 2017

Marcelo promulga diploma sobre contratação de docentes


O Presidente da República promulgou esta segunda-feira o diploma do Governo para a contratação de cerca de 3.200 professores precários pelo Estado, mas ressalvando que, ao fazê-lo, atendeu "ao equilíbrio atingido" numa "matéria sensível".

A 2 de Fevereiro, o Conselho de Ministros aprovou um diploma que permite a vinculação extraordinária de cerca de 3.200 professores precários no próximo ano lectivo e reduzir o número de anos para celebrar um contrato de trabalho por tempo indeterminado.

Segundo explicou na altura o ministro da Educação, este diploma contém "melhorias substanciais" em relação à proposta inicial e uma "significativa aproximação às reivindicações" das estruturas sindicais dos docentes. O Ministério da Educação e 11 estruturas sindicais reuniram-se durante quase dois meses com o objectivo de melhorar o diploma, mas no final não houve acordo formal entre as partes.

O número de professores precários a integrar ficou abaixo do universo de docentes elegíveis e das expectativas dos sindicatos, uma vez que ficaram de fora cerca de 3.000 professores.

Em nota publicada hoje na página da Presidência da República, Marcelo Rebelo de Sousa recorda que "a contratação de professores pelo Estado" implica que os docentes serão "pagos pelo contribuinte através do Orçamento do Estado" e que este "não pode assegurar o emprego de todos".

A contratação tem sim de "tomar em conta a evolução da natalidade e uma maior eficiência na gestão da rede escolar, evitando redundâncias e ineficiências", considera o Presidente. "Deve também assegurar a qualidade do ensino público, bem como uma justa transição de professores que asseguram ou asseguraram o ensino privado contratualizado", realça.

No entanto, Marcelo Rebelo de Sousa sublinha que seria "melhor (...) tratar em diploma próprio o concurso extraordinário" e "não deixar para Portaria" uma "densificação normativa" tão "lata".

"Atendendo, contudo, ao equilíbrio atingido em matéria tão sensível, o Presidente da República promulgou o diploma que altera o regime de selecção, recrutamento e mobilidade do pessoal docente para os estabelecimentos públicos de educação pré-escolar e dos ensinos básico e secundário na dependência do Ministério da Educação", escreve Marcelo.

O Presidente da República também promulgou o diploma que "exclui os subsídios ou subvenções ao investimento da determinação do rendimento relevante dos trabalhadores independentes", mas considerou que o instrumento jurídico utilizado "é questionável", apesar de ser "favorável aos contribuintes".

Marcelo Rebelo de Sousa também "ratificou o Acordo de Cooperação no Domínio da Defesa entre Portugal e a República Islâmica da Mauritânia". 

Informação retirada daqui

segunda-feira, 27 de fevereiro de 2017

Professor Português 3º ciclo

Centro de Estudos em Guimarães procura com urgência professor/a de Português e Inglês, preferencialmente. 
Procuramos professor/a familiarizado com a dinâmica de uma sala de estudo. 

Os interessados devem enviar currículo para:

    entrelivrosce@gmail.com

sábado, 25 de fevereiro de 2017

Precisa-se Formador - Inglês

Precisa-se Formador - Inglês

Resposta para:
    rh.cegid@sapo.pt

quarta-feira, 22 de fevereiro de 2017

Professores Centro de Estudo - Santo Tirso

Se procuras uma oportunidade de aplicar os teus conhecimentos e competências, envia o teu CV para


com o assunto PROFESSORES. 

Procuramos gente dinâmica e responsável, que se adapte às necessidades do dia-a-dia dos alunos. 

Se és capaz de apoiar os alunos nas suas tarefas do 1º ao 3º ciclos ou secundário, contacta-nos! 

Ficamos à espera. 

Conhece-nos em atelier40.pt. 

Até já! 

domingo, 19 de fevereiro de 2017

Professor(a)/Explicador(a) 3º ciclo e secundário - Moncarapacho M/F

Procuramos professor(a)/explicador(a) para centro de estudos em Moncarapacho.

Preferencialmente alguém com experiência em ensino 3º ciclo e/ou Secundário.

Por favor enviar CV p/

    explicacoesmoncarapacho@gmail.com

quinta-feira, 16 de fevereiro de 2017

Professor de matemática para sala de estudo - Porto

Professor/a para sala de estudo.
Explicações individuais conforme necessidade do centro de estudos

Formação para lecionar a matemática até 12º ano.

Dá-se preferência a: 
- quem more perto ou tenha facilidade em se deslocar.
- tenha experiência em sala de estudo

Enviar curriculum vitae para:

    uni.versosdeestudo@gmail.com

terça-feira, 14 de fevereiro de 2017

Professores / Explicadores de Português - Lagoa

A Nota Êxito - Centro de Ensino, Lda. é uma empresa de referência no setor do apoio escolar, desde 2007. 

Ministramos aulas de apoio escolar ao domicílio e online. 

Para integrar a nossa bolsa de Professores, selecionamos Docentes / Explicadores de Português para Lagoa. 

O regime laboral é definido em part-time, como prestação de serviços. 

Os candidatos devem possuir: 
- mínimo licenciatura na(s) área(s) académica(s) requerida(s) 
- experiência pedagógica (preferencial) 
- responsabilidade profissional e ética 
- simpatia 
- disponibilidade de horário para acompanhar os Alunos até ao final do período a definir 
- capacidade de trabalho em equipa e sob supervisão 
- conhecimentos de informática na ótica do utilizador 

Os interessados deverão enviar CV atualizado, indicando na carta de apresentação a preferência pelo(s) concelho(s) em que pretendem lecionar. 

No assunto do email deve APENAS constar PORT/FAR 

As candidaturas deverão ser remetidas para o email de recrutamento da empresa. 

segunda-feira, 13 de fevereiro de 2017

Escolaridade até aos 18 anos resultou numa subida de 3,4% de estudantes


No ano lectivo de 2014/2015 chegou ao final do ensino secundário a primeira vaga de alunos abrangidos pela escolaridade obrigatória até aos 18 anos. Nesse ano, que é também o último com dados divulgados, estavam inscritos no secundário apenas mais 12.353 alunos do que em 2011/2012, o último em que naquele nível de ensino não havia alunos abrangidos pela escolaridade obrigatória.

Nas estimativas do Ministério da Educação sobre o impacto desta medida já se previa que o acréscimo de alunos fosse reduzido, uma vez que o abandono escolar no final do ensino básico era já “muito circunstancial”.

As características do universo do antes e depois da escolaridade obrigatória até aos 18 anos também são muito semelhantes, com um grande excepção: o número de alunos com Necessidades Educativas Especiais no secundário quase quadruplicou. Actualmente são 11.062. Em 2011/2012 eram 2792.

A chegada destes alunos ao ensino secundário, geralmente abandonavam os estudos antes, foi considerado um dos “grandes desafios” do alargamento da escolaridade obrigatória. O balanço está ainda por fazer, mas o Governo está a preparar um novo diploma sobre “educação inclusiva” destinado aos alunos com Necessidades Educativas Especiais. “O objectivo é trazer o aluno diferente para dentro do grupo”, indicou o secretário de Estado da Educação João Costa.

Com a obrigação de estarem mais anos na escola, o peso dos rapazes no secundário voltou a ser maioritário (50,7%)). Também aumentou a proporção dos alunos nos cursos profissionalizantes, dos quais a maioria não prosseguirá estudos no ensino superior. Dados recentes mostram que só 18% destes alunos o fizeram. Já a maioria dos alunos que frequentam o chamado ensino regular prosseguem depois estudos no superior.

Não é a única diferença entre estes dois grupos. Em 2014/2015, 71,3% dos alunos que estavam no ensino regular estavam na idade normal de frequência deste nível de ensino, não tendo por isso sido chumbados antes. No profissional aquela percentagem descia para 25,7% e quase 19% estavam com três ou mais anos de atraso.

O nível de escolaridade dominante na família dos estudantes também diverge. Entre os alunos do ensino regular, há 59,9% cujas famílias são detentoras do ensino secundário ou do ensino superior. No caso dos que frequentam cursos profissionalizantes essa percentagem reduz-se para 39,3%.

Com a escolaridade obrigatória aumentou também a percentagem de alunos beneficiários da Acção Social Escolar, que se destina a agregados com um rendimento igual ou inferior ao salário mínimo nacional.

Informação retirada daqui

quarta-feira, 8 de fevereiro de 2017

Abandono escolar precoce subiu em 2016


A taxa de abandono escolar precoce subiu ligeiramente por comparação a 2015, uma oscilação que o Ministério da Educação (ME) atribui às elevadas taxas de retenção que ainda subsistem nas escolas portuguesas.

Segundo dados divulgados nesta quarta-feira pelo Instituto Nacional de Estatística (INE), a percentagem de jovens entre os 18 e os 24 anos que, em 2016, não tinham concluído o ensino secundário e não estavam em qualquer acção de formação era de 14% contra os 13,7% registados em 2015, que foi o valor mais baixo já atingido por Portugal.

Há 10 anos a percentagem de abandono escolar precoce estava nos 38,5%. Apesar da descida acentuada, Portugal continua a ser dos países da Europa com uma maior taxa de abandono. De acordo com as metas estabelecidas no âmbito da estratégia para 2020, este valor deverá baixar para 10%.

A média na União Europeia (UE) estava em 2015 nos 10,9%. A Espanha, com uma taxa de abandono superior a 20%, era o país com piores resultados.

Numa nota enviada à comunicação social, o ME considera que a “ligeira subida” do abandono escolar precoce “tende a reflectir, entre outros factores, o aumento das taxas de retenção escolar registado nos últimos anos e que, como alertou esta semana a OCDE, potencia a curto e médio prazo situações de abandono”.

Os últimos dados disponibilizados pela Direcção-Geral de Estatísticas da Educação e Ciência mostram que houve um aumento das taxas de retenção no ensino básico em 2011/2012 e 2012/2013, tendo voltado a descer a partir de então. Em 2014/2015, último ano com dados, situava-se nos 7,9%.

No ensino secundário também se registou um aumento da retenção entre 2010/2011 e 2011/2012, mas desde então tem vindo a descer e em 2014/2015 estava nos 16,6%, que foi o valor mais baixo deste indicador desde o ano 2000.

Na nota divulgada nesta quarta-feira, o ME considera também que “Portugal continua a registar níveis preocupantes de abandono escolar”.

Para ultrapassar esta realidade, o ministério sustenta que é necessário investir na qualificação dos portugueses, através, entre outras medidas, de programas já lançados, como o Qualifica, destinado à população adulta, ou o programa de Promoção do Sucesso Escolar, lançado neste ano lectivo e que levou à contratação de mais 500 professores com o objectivo de reforçar o apoio aos alunos com dificuldades.

A taxa de abandono escolar precoce é apurada pelo INE por amostragem, no âmbito do Inquérito ao Emprego, através de entrevistas telefónicas a jovens entre os 18 e os 24 anos.

Informação retirada daqui

quinta-feira, 2 de fevereiro de 2017

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