sexta-feira, 17 de janeiro de 2014

Vinte conselhos para ser bom professor


Inspirado em grandes professores do passado, mas sem esquecer a ligação dos alunos do presente com as novas tecnologias, Jorge Rio Cardoso escreveu o livro ‘O Professor do Futuro', que deixa algumas dicas aos docentes para melhorarem as suas aulas.
Nem todos os professores têm o dom de captar a atenção dos alunos nas aulas e de lhes mostrar o que fazer com o conhecimento que adquirem. O professor universitário Jorge Rio Cardoso foi buscar inspiração a professores do passado, aliou-se a nomes do presente, como Marcelo Rebelo de Sousa, professor catedrático na Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa, e escreveu o livro ‘O Professor do Futuro' para dar alguns conselhos a quem trabalha a escola em Portugal.
Apesar de deixar dicas aos seus colegas de trabalho, Jorge Rio Cardoso não se considera um bom professor. "Ninguém se pode considerar bom em nada, isso é o fim de tudo, mas tento melhorar todos os dias. Deve haver uma insatisfação em toda a gente no sentido de poder melhorar", explicou o professor universitário.
Na opinião de Jorge Rio Cardoso, um bom professor tem de "ver as diferenças entre os alunos e levá-los a entendê-las e respeitá-las". Mesmo com a situação de instabilidade que muitos professores atravessam em Portugal, o docente não têm dúvidas de que ainda há motivação entre os professores. "A maioria dos que abraçam a profissão para toda a vida têm dado provas disso", acrescentou.
Na obra ‘O Professor do Futuro', Jorge Rio Cardoso e outros professores do País deixam alguns conselhos para melhorar as formas de transmitir conhecimento.

Retirada do Correio da Manhã
Por:Cátia Carmo

quinta-feira, 9 de janeiro de 2014

Menos alunos acompanhados devido a cortes


A escola da Apelação, em Loures, foi uma das quatro escolas a ser intervencionada, no ano passado, pelo programa RESLEA (Redução do Abandono Escolar Precoce de Jovens) da EPIS, que atuou também no Reino Unido, Hungria e Eslovénia.

Foram apresentados esta quinta-feira alguns dos resultados do projecto, em parceria com a Universidade Católica Portuguesa. 

Na Apelação foram acompanhados 26 alunos em risco de abandono escolar e com maus resultados, por três técnicos, um psicólogo, um sociólogo e uma assistente social. Este ano serão cerca de metade. 

“Os resultados foram positivos. Dos 26 alunos, dois foram para o estrangeiro. Os restantes estão encaminhados. Este ano vamos continuar a seguir o modelo que acompanha o aluno fora da sala de aula. Mas serão apenas 12 iu 14 alunos, pois devido aos cortes perdemos um dos técnicos”, referiu Félix Bolaños, diretor da escola.
Para Diogo Pereira, da EPIS, seria útil aplicar o programa de forma generalizada, mas o processo esbarra na a falta decisão política. 

“Falta vontade administrativa. Há escolas que já têm os recursos, mas outras teriam de alocar, o que nesta altura seria complicado devido aos cortes”, explicou o responsável.

Notícia retirada daqui
Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...

Mensagens populares

Recomendamos