quarta-feira, 30 de dezembro de 2009

Sindicatos e Ministério da Educação falham acordo


À saída de mais uma reunião de negociação com o Ministério da Educação sobre a revisão do estatuto e da avaliação docente (e que deveria ter sido a última), o secretário-geral da Federação Nacional dos Professores (Fenprof), Mário Nogueira, disse aos jornalistas que na quinta-feira da próxima semana, dia 7, haverá nova ronda negocial e que a tutela se comprometeu a enviar aos sindicatos uma nova proposta de acordo.

A Federação Nacional dos Professores (Fenprof) divulgou hoje uma lista com 30 pontos que considera necessários para chegar a um acordo com o Ministério da Educação sobre a revisão da carreira e da avaliação docente.

Para a Fenprof, a última proposta do ministério sintetiza, de uma forma geral, documentos já conhecidos, ignorando propostas formuladas pelos sindicatos que representa. Exemplos citados são a abolição da prova de ingresso na profissão, das quotas na avaliação para as melhores classificações e a consideração de todo o tempo de serviço.

Público

Fenprof impõe lista de 30 pontos para assinar acordo com o ministério


As propostas, que fez chegar ontem à tutela, são consideradas "fundamentais para existência de um eventual acordo", lê-se no documento divulgado pelo secretariado nacional da estrutura que representa o maior número de professores.

Para a Fenprof, a última proposta do ministério sintetiza, de uma forma geral, documentos já conhecidos, ignorando propostas formuladas pelos sindicatos que representa. Exemplos citados são a abolição da prova de ingresso na profissão, das quotas na avaliação para as melhores classificações e a consideração de todo o tempo de serviço.

A estrutura sindical diz ainda que ficou por esclarecer como se aplicarão as percentagens que limitam o acesso aos 3º, 5º e 7º escalões da carreira docente e se todos os anos abrirão vagas.

No final da reunião de hoje com a tutela - com início marcado para as 15h00 - a Fenprof fará uma declaração pública em que anunciará o resultado da última ronda negocial.

Entretanto, a Federação Nacional de Sindicatos da Educação já anunciou a impossibilidade de chegar a acordo com o texto hoje discutido e a Federação Nacional do Ensino e Investigação também já antecipou que só assinará se houver "uma revolução" até às 18h00, hora em que será recebida no ministério.

Público

Alunos aprendem a respeitar direitos de autor


Os alunos dos 12 aos 18 anos vão ser desafiados a criar uma obra original no âmbito de um concurso nacional que visa sensibilizar os jovens para a importância de respeitar os direitos de autor.

O concurso, designado como o Grande C, foi criado pela Associação para a Gestão de Cópia Privada (AGECOP) e vai abranger todas as escolas do país a partir de 11 de Janeiro, segundo anunciou hoje a directora executiva da AGECOP, Vera Castanheira.

"Inicialmente tínhamos planeado lançar o projecto em 100 escolas mas já conseguimos apoios suficientes para disponibilizar um kit de lançamento em todas as 917 escolas do país, incluindo as regiões autónomas", garantiu.

Segundo explicou a directora, o Grande C visa desafiar os alunos do Ensino Secundário e do terceiro ciclo para que criem uma obra original em qualquer área à sua escolha, desde a música, ao cinema, à escrita, ao jornalismo ou ao design.

"O que está em causa é a originalidade e a protecção do trabalho", refere o site do projecto, criado para o concurso (www.grandec.org).

"O Grande C pretende esclarecer o público e em especial os jovens, convidando-os a fazer parte de um projecto em que eles próprios serão os criadores de obras protegidas, permitindo analisar o outro lado da obra, o do seu processo de criação", explica.

Os trabalhos podem ser criados individualmente ou em colaboração e concorrer a uma ou mais categorias. Entre as categorias disponíveis contam-se Música (instrumental ou canção), Letra, Design de Capa (CD/disco, DVD, livro, jogo ou revista), Vídeo (videoclip, vídeo-reportagem e curtíssima-metragem); Plano de promoção on-line (música, filme, livro ou revista), Escrita Criativa (ficção, científico, poesia ou teatro) e Media (generalista, desporto, moda, artes, viagens).

A inscrição dos alunos poderá ser feita até 5 de Março, sendo os prémios atribuídos a 18 de Junho, um dia depois do final do
ano lectivo.

"Esperamos fazer uma grande festa e, depois, durante o Verão será promovida a obra vencedora", explicou Vera Castanheira, adiantando que a obra premiada será publicada e divulgada pelos parceiros da iniciativa.

O projecto conta com o apoio de entidades como o Ministério da Educação e o Ministério da Cultura, da comissão europeia para os Assuntos dos Consumidores, da Associação de Editores e Livreiros (APEL), da Associação Portuguesa de Imprensa (API) e da Sociedade Portuguesa de Autores, SPA.


Lusa

terça-feira, 29 de dezembro de 2009

Legislação

Publicado em Diário da República


― Despacho n.º 26802/2009. D.R. n.º 240, Série II de 2009-12-14daPresidência do Conselho de Ministros e Ministério da Educação
Nomeia a licenciada Maria Luísa Ferreira de Araújo para exercer o cargo de directora-geral do Gabinete de Estatística e Planeamento da Educação, do Ministério da Educação.
 
― Despacho n.º 26803/2009. D.R. n.º 240, Série II de 2009-12-14daPresidência do Conselho de Ministros e Ministério da Educação
Nomeia o licenciado Mário Agostinho Alves Pereira para exercer o cargo de director-geral dos Recursos Humanos da Educação, do Ministério da Educação.
 
― Despacho n.º 26804/2009. D.R. n.º 240, Série II de 2009-12-14daPresidência do Conselho de Ministros e Ministério da Educação
Nomeia a mestre Maria Alexandra Castanheira Rufino Marques para exercer o cargo de directora-geral de Inovação e de Desenvolvimento Curricular, do Ministério da Educação.
 
― Despacho n.º 26805/2009. D.R. n.º 240, Série II de 2009-12-14daPresidência do Conselho de Ministros e Ministério da Educação
Nomeia o Prof. Doutor Jorge Adelino Rodrigues da Costa para exercer o cargo de presidente do conselho científico para a avaliação de professores, do Ministério da Educação.
 
Recomenda que, no âmbito do processo negocial em curso e no prazo de 30 dias, seja revogada a divisão da carreira docente nas categorias hierarquizadas de «Professor» e «Professor titular» e seja concretizado um novo regime de avaliação do desempenho dos docentes.
 
― Despacho (extracto) n.º 27218/2009. D.R. n.º 244, Série II de 2009-12-18dos Ministérios do Trabalho e da Solidariedade Social e da Educação ― Agência Nacional para a Qualificação, I. P.
Extinção do Centro Novas Oportunidades promovido pela Escola Superior de Educação da Universidade do Algarve e criação do Centro Novas Oportunidades a promover pela Escola Secundária Padre António Martins de Oliveira.
 
― Despacho n.º 27220/2009. D.R. n.º 244, Série II de 2009-12-18, doMinistério da Educação ― Gabinete da Ministra
Alteração ao despacho n.º 7345/2009, de 3 de Março, publicado no Diário da República, 2.ª série, n.º 49, de 11 de Março de 2009 - Prémio Nacional de Professores.


Para publicação em Diário da República

― Despacho dos Gabinetes dos Secretários de Estado das Comunidades Portuguesas e da Educação
Aprova a rede oficial de cursos do ensino português da República da África do Sul, Namíbia e Suazilândia para o ano escolar de 2010.


Informações Gerais
 
― Comissão Europeia aprova revisão do POPH
Com o objectivo de reforçar a capacidade de resposta à crise a Comissão Directiva do POPH (Programa Operacional Potencial Humano) propôs a revisão do Programa.
Para mais informações: www.poph.qren.pt
 
― Newsletter do POPH
Já se encontra disponível a 3.ª Newsletter do POPH (Programa Operacional Potencial Humano) que reporta as principais actividades recentes do Programa.
Para mais informações: www.poph.qren.pt
 
― Concurso de Ideias do Prémio da Fundação Ilídio Pinho ― Ciência na Escola (8.ª Edição)
O Prémio da Fundação Idílio Pinho 'Ciência na Escola' resulta de um protocolo assinado com o Ministério da Educação como forma de sensibilizar e estimular os jovens estudantes para a importância da cultura científica no desenvolvimento e na valorização humana.
Para mais informações: www.drealentejo.pt/
 
― Supervisores da Classificação de Provas de Aferição e Exames Nacionais
O Gabinete de Avaliação Educacional (GAVE) promove, em 2010, acções de formação para supervisores da classificação das Provas de Aferição e dos Exames Nacionais, classificadores de História B, professores-examinadores das Provas de Expressão Oral - Língua Estrangeira e formadores em avaliação educacional.
Para mais informações: http://www.gave.min-edu.pt/np3/formacao
 
― Candidatura RBE 2010
Com o objectivo de apoiar e integrar novas escolas, agrupamentos e outras instituições de ensino, é lançada a Candidatura RBE 2010, que decorrerá de 15 de Dezembro a 5 de Fevereiro.
Para mais informações: http://www.rbe.min-edu.pt/np4/681.html
 
― Centro de Artes Visuais - Visitas Guiadas
Serão realizadas visitas guiadas para grupos escolares às exposições, mediante uma inscrição prévia. A entrada é gratuita.
Para mais informações: www.drec.min-edu.pt/
 
― Escolas do Alentejo premiadas no âmbito dos Projectos eTwinning
O Serviço Nacional de Apoio da Holanda distinguiu os melhores projectos eTwinning com escolas holandesas.
Para mais informações: www.drealentejo.pt/
 
 

segunda-feira, 28 de dezembro de 2009

Ensino da Matemática e outras Ciências













GAVE disponibiliza séries de problemas de Matemática A para o 10. º ano

O Gabinete de Avaliação Educacional (GAVE) apresenta séries de problemas de Matemática A, destinados aos estudantes do 10. º ano de escolaridade, com uma periodicidade mensal.

Com estes problemas, o GAVE pretende proporcionar aos alunos instrumentos de trabalho que permitam promover uma auto-regulação das suas aprendizagens.

No sentido de contribuir para elevar o nível de desempenho dos estudantes, o GAVE procura incentivar uma resolução de itens com um grau de dificuldade médio / elevado.

Com esse intuito, o GAVE disponibiliza, a título experimental, um conjunto de itens na sua página electrónica, acessível ao público em geral, desde Outubro de 2009 até Abril de 2010.

Os itens de grau de dificuldade mais elevado, a incluir nos dois testes intermédios que irão se realizar em Janeiro e em Maio do corrente ano lectivo, poderão ser adaptações dos itens disponibilizados nos três meses anteriores à realização de cada um dos testes.

Para mais informações, consultar:


Série de Problemas 1 - Outubro de 2009     Problemas  --  Soluções

Série de Problemas 2 - Novembro 2009       Problemas  --  Soluções


           
                                                                         
A página do GAVE






                                         
Banco de Itens

Relembramos o Banco de itens, iniciado pela publicação de itens da disciplina de matemática dos vários anos de escolaridade, incluindo todos os itens do Projecto 1000 Itens da matemática do 9 º ano.
O banco conta agora com Português e Matemática do 1 º e 2 º ciclo Matemática do 3 º ciclo, Biologia, Geologia, Biologia e Geologia, Física, Química, Física e Química, Economia, Geografia e Matemática, claro.

Na área reservada aos professores é possível a criação, com base nos itens disponíveis, de trabalhos para casa, fichas para aulas de substituição, entre outros. O professor pode ainda sugerir itens da sua autoria para posterior publicação no Banco de Itens.
  • O item tem de ser da autoria do professor que o sugere ;
  • O professor que sugere  o novo item tem de estar identificado devidamente;
  • O conteúdo do item tem de estar de acordo com os programas em vigor;
  • O item deve estar devidamente caracterizado, indicando conteúdos e capacidades;
  • O item, se aprovado, será publicado com menção ao autor do mesmo.

                              »» Banco de Itens««

domingo, 27 de dezembro de 2009

OCDE assinala carências de educação em Portugal


Estudo aponta Portugal como um dos países com piores resultados de educação na população activa, comparáveis com os dos países considerados mais atrasados, situados fora da Europa.

O estudo do Conselho Nacional de Educação, a que a agência Lusa teve acesso, analisa dados do Programa de Avaliação Internacional de Estudantes, patrocinado pela Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico (OCDE).

No que toca às habilitações literárias das pessoas entre 25 e 64 anos, em 2005, o 9.º ano era o máximo a que tinham chegado três quartos das pessoas, o que coloca Portugal no grupo dos países mais atrasados, como México, Brasil ou Turquia.

Comparando com outros países europeus, Portugal fica muito atrás: na Dinamarca, por exemplo, apenas um por cento da população activa tinha em 2005 habilitações abaixo do 6.º ano (em Portugal, o número atinge 59%), enquanto 50% concluiu o Ensino Secundário (em Portugal, não passa dos 13%).

"As habilitações portuguesas ao nível dos seus parceiros da OCDE só são comparáveis com países que se situam fora da Europa", refere o relatório, acrescentando que entre 1960 e 2005 é "pelo menos decepcionante" o ritmo a que aumentou a taxa de escolarização da população.

No meio de um quadro geral muito negativo da evolução da educação no século XX, Portugal pode ainda ter alguma esperança, indica o relatório, que olha para os "resultados nos testes escolares a Ciências, Matemática e Leitura dos filhos da mão-de-obra activa portuguesa" para dizer que "estão a caminhar mais depressa do que a média da OCDE".

"Pode estar a emergir perante os nossos olhos um padrão de crescimento convergente", refere-se nas conclusões do relatório, que destaca a importância de prudência na comparação de estatísticas mas aponta como factores positivos a "ajuda dos professores e os investimentos feitos na educação de forma sustentada desde o início da década de noventa".

Numa comparação entre os resultados dos alunos de vários países da OCDE em testes de Ciências, Matemática e Leitura realizados em 2006, Portugal, embora não esteja nos lugares cimeiros (ocupados por países como a Finlândia, Coreia do Sul ou Canadá), já se aproxima mais de países europeus como a Itália ou Luxemburgo.

Olhando para a prática de outros países, os responsáveis pelo relatório indicam que as políticas educacionais seguidas professam quase todas a importância dos primeiros anos de escolaridade e destacam que o ciclo da educação primária é, em países como o Reino Unido, Irlanda ou Japão, de seis anos, com um único professor generalista.

Na definição de currículos escolares, as práticas de outros países analisados centram-se na "definição de metas de aprendizagem e o destaque dos tópicos mais importantes no sentido de evitar abordagens superficiais".

Um aspecto que o relatório identifica como carecendo de estudo é a retenção dos alunos no mesmo ano, da qual "Portugal apresenta ainda níveis demasiado elevados comparativamente com outros países desenvolvidos", reportando-se a dados dos anos 2000, 2003 e 2006.

"Comparativamente com Espanha, Irlanda e Japão, Portugal é o país onde existe maior proporção de alunos que ficaram retidos no mesmo ano de escolaridade mais do que uma vez", frisa o relatório.



LUSA

sábado, 26 de dezembro de 2009

Acordo Ortográfico adiado nas escolas


A ministra da Educação, Isabel Alçada, anunciou que o novo acordo ortográfico não será aplicado nas escolas no próximo ano.

“Temos trabalho a fazer com diversos parceiros para estabelecer como será introduzido o acordo ortográfico nas escolas”, destacou a ministra durante o seminário sobre ‘O impacto das avaliações internacionais nos sistemas educativos’.

Isabel Alçada salientou ainda que os estudos internacionais sobre o ensino são fundamentais para, através do conhecimento e da comparação com o que se faz noutros países, melhorar o desempenho escolar e aumentar as competências dos portugueses.

Ao estabelecer a comparação entre os resultados obtidos pelos alunos dos vários países, os estudos internacionais permitem clarificar a situação de Portugal face aos seus parceiros e, a partir daí, criar um padrão que permita apreciar se o sistema educativo nacional está a ser desenvolvido de forma correcta, explicou a ministra.

'Nós precisamos é de uma evolução positiva. Quando nos encerramos em nós mesmos e só analisamos o que se passa no interior do país, não ganhamos a distância necessária, que estes estudos nos dão, para avaliar melhor a nossa situação', considerou, acrescentando que o que importa é perceber quais os problemas mais prementes de Portugal, pois o País necessita de políticas estruturantes para manter os alunos na escola, para melhorar a sua aprendizagem, no sentido de aumentar as competências.

Este prolongamento do tempo que os alunos se mantêm na escola aplica-se não apenas aos jovens, mas também aos adultos, realçou Isabel Alçada, referindo o programa Novas Oportunidades, que assegura estar a ser 'alvo de muita observação exterior'.

'Há pedidos de apoio de países estrangeiros para lançar programas como este nos países respectivos', sublinhou.

O Ministério da Educação está a desenvolver um trabalho que consiste em estabelecer qual a meta de aprendizagem que os alunos devem atingir em cada ciclo e ano de escolaridade para se considerar que obtiveram competências básicas naquele ano, de forma a que os professores tenham as ferramentas necessárias para estabelecerem metas de avaliação mais precisas.

L.M.N. com Lusa



Docentes pedem à ministra para não cortar a sua disciplina

Na segunda-feira, a ministra da Educação, Isabel Alçada, anunciou que o 3.º ciclo do ensino básico terá um novo currículo, já a partir do próximo ano lectivo. A carga horária é para manter, logo, a tutela tenciona mexer no número de disciplinas. O objectivo, precisou Alçada, é que os alunos tenham "mais tempo" para trabalhar cada disciplina. Haverá "menos dispersão", acrescentou.

A semana passada, no Conselho Nacional de Educação, a ministra avançou alguns pormenores: além das competências básicas na área da leitura, escrita, Matemática e Ciências, também as Tecnologias de Informação e Comunicação são consideradas essenciais.

Se, no 1.º ciclo, os alunos têm quatro áreas obrigatórias, quando chegam ao 3.º ciclo estas disparam para mais do triplo, com 14 disciplinas, que podem ser 15 com Educação Moral e Religiosa (facultativa). No secundário, nos cursos gerais, as disciplinas diminuem para quatro de formação geral e cinco de formação específica.

Com a pressão que existe sobre a Matemática e a Língua Portuguesa, "o que é natural é que se aumentasse a carga horária" destas duas disciplinas, defendem Arsélio Martins, presidente da Associação de Professores de Matemática (APM), e Paulo Feytor Pinto, presidente da Associação de Professores de Português (APP). Se, por cá, os alunos têm dois blocos de 90 minutos semanais para cada uma das disciplinas, há países onde têm o dobro, aponta Arsélio Martins. "São esses que "competem" connosco nos estudos internacionais da OCDE", lembra Feytor Pinto.

Também os professores de Educação Física defendem que, em vez de duas horas semanais, os alunos deviam ter uma hora diária de actividade física. Para isso, vão pedir uma audiência a Isabel Alçada para "garantir, pelo menos, quatro tempos semanais", informa Marcos Onofre, do Conselho Nacional das Associações de Profissionais e Professores de Educação Física. "É o mínimo previsto pelas normas internacionais e é fundamental nestes escalões etários por causa da obesidade e outros problemas de saúde", justifica.

As línguas vivas vão perdendo terreno na organização curricular, lamenta Cristina Avelino, da Associação Portuguesa de Professores de Francês. Em conjunto, as duas línguas estrangeiras têm três blocos no 7.º ano, que são reduzidos em 45 minutos nos 8.º e 9.º anos. "Não sei onde é que se pode cortar, talvez nas transversais [áreas curriculares não-disciplinares]", sugere. Contudo, estas são importantes, sobretudo para os alunos que não têm apoios em casa ou fora da escola, acrescenta.

"É infame que só tenhamos hora e meia de aula por semana", reclama Alberto Gaspar, da Associação Portuguesa de Professores de Inglês, para quem as áreas não-disciplinares devem ser "abolidas" porque os seus conteúdos podem ser trabalhados em todas as outras. O que é preciso, sugere, é formação para que os professores saibam trabalhar essas áreas.

Para Augusto Barroso, da Sociedade Portuguesa de Física, os "cortes não devem ser feitos no essencial, mas no acessório". Estudo Acompanhado e Introdução às Tecnologias de Informação e Comunicação podem desaparecer, na opinião de Emília Sande Lemos, presidente da Associação de Professores de Geografia. Quanto a Área Projecto, pode ser leccionada só no 9.º ano, porque é importante para preparar os alunos para o mercado de trabalho. Sobre a Geografia, considera que esta não deve estar ligada à História, como acontece no 2.º ciclo, mas não a "escandaliza" que seja semestral.

Os presidentes da APM e da APP denunciam que muitas escolas usam as horas de Estudo Acompanhado para dar matéria de Matemática e Língua Portuguesa. No próximo ano há novos programas para as duas disciplinas e estes foram pensados para a actual carga horária, alertam os dois responsáveis. "Não sei se em nove meses vai ser possível fazer uma nova organização curricular", diz Feytor Pinto. É preciso ouvir os professores, pedem.

C.Manhã

quarta-feira, 23 de dezembro de 2009

Legislação

Publicado em Diário da República

― Deliberação n.º 3258/2009. D.R. n.º 236, Série II de 2009-12-07, do Ministério da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior ― Comissão Nacional de Acesso ao Ensino Superior
Elenco de provas de ingresso para a candidatura de 2012-2013.
 
― Deliberação n.º 3259/2009. D.R. n.º 236, Série II de 2009-12-07, do Ministério da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior ― Comissão Nacional de Acesso ao Ensino Superior
Altera o anexo i da deliberação da Comissão Nacional de Acesso ao Ensino Superior n.º 1704/2009, de 18 de Junho.
 
― Despacho n.º 26721-A/2009. D.R. n.º 238, Suplemento, Série II de 2009-12-10, do Ministério das Finanças e da Administração Pública ― Gabinete do Ministro
Quadro de avaliação e responsabilização (QUAR).
 
― Decreto-Lei n.º 321/2009. D.R. n.º 239, Série I de 2009-12-11, da Presidência do Conselho de Ministros
Aprova a Lei Orgânica do XVIII Governo Constitucional.


Informações Gerais

― Esmiuçar Copenhaga
“Esmiuçar Copenhaga” é uma iniciativa lançada pela APA (Agência Portuguesa do Ambiente) que tem como objectivo desencadear o debate e a reflexão critica acerca da Cimeira de Copenhaga, colocando depois essa informação sob a forma de um videoclip.     
Para mais informações: www.drec.min-edu.pt/
 
― Proposta didáctica 'Conectando Mundos' edição de 2009-2010
Conectando Mundos é uma proposta didáctica de Educação para a Cidadania Global desenvolvida por quatro Organizações Não Governamentais europeias: Ucodep (Itália), Intermón Oxfam (Espanha), Inizjamed (Malta) e CIDAC (Portugal).
Para mais informações: www.dgidc.min-edu.pt/
 
― Lançamento do site 'Ser Trabalhador na Administração Pública'
A Direcção-Geral da Administração e do Emprego Público (DGAEP) através do espaço 'Ser Trabalhador na Administração Pública' pretende disponibilizar de forma concisa, pragmática e de carácter marcadamente utilitário, informação sobre os vários regimes jurídicos que enquadram o emprego público.
Para mais informações: http://www.dgaep.gov.pt/stap
 
― Novo sitio do Plano Tecnológico da Educacao (PTE)
O novo sítio do PTE disponibiliza informação e documentação sobre todos os projectos do Plano, a par de conteúdos, de notícias, de agenda e de espaço de opinião sobre o PTE e sobre a modernização tecnológica da educação em Portugal e no mundo.
Para mais informações: http://www.pte.gov.pt
 
― JRA – Jovens Reporteres para o Ambiente
Três escolas da Região Centro apresentaram 5 trabalhos vencedores (em Inglês e Português) ao Concurso Nacional JRA 2008/09.
Para mais informações: www.drec.min-edu.pt/
 
― Programa ECO-ESCOLAS
Implementado em Portugal desde o ano lectivo 1996/97 o Programa Eco-Escolas é coordenado a nível internacional pela Foundation for Environmental Education (FEE) e a nível nacional pela ABAE – Associação Bandeira Azul.
Para mais informações: www.drel.min-edu.pt/
 
― Programa CUIDA-TE (Abertura de candidaturas)
No âmbito do Programa Cuida-te (Portaria n.º 655/2008, de 25 de Julho) - Programa de Promoção de Estilos de Vida Saudáveis, encontram-se abertas as candidaturas de 1 e 31 de Dezembro de 2009.
Para mais informações: www.drealentejo.pt/
 
― TI 1.5 – Alargamento de prazo
Foi alargado, até ao dia 4 de Janeiro de 2010, o prazo para apresentação de candidaturas ao POPH, no âmbito da Tipologia de Intervenção 1.5 - Reequipamento dos Estabelecimentos de Ensino.
Para mais informações: www.poph.qren.pt

terça-feira, 22 de dezembro de 2009

Terceiro ciclo do ensino básico vai ter menos disciplinas - A partir do próximo ano, vai existir menos dispersão nas escolas

"Se perguntarem aos alunos quantas cadeiras têm, muitos deles não saberão responder. E os pais também não", lembrou a ministra durante a sua primeira audição na Comissão de Educação da Assembleia da República. No conjunto, o que se tem proposto em termos de aprendizagens "não é, muitas vezes, compreendido por quem está nas escolas", frisou, defendendo que é necessário reanalisar a "articulação curricular" entre disciplinas, "tornar os programas mais claros" e adoptar instrumentos de avaliação que permitam aferir o "progresso das escolas, das turmas, de cada aluno". Para esta reforma será essencial o estabelecimento de metas de aprendizagem por ano, que sejam tidas como exequíveis pelos alunos, disse.

Sobre as negociações em curso com os sindicatos, e respondendo a perguntas dos deputados, a ministra da Educação insistiu que as boas classificações serão mesmo sujeitas a quotas e que a progressão na carreira ficará, em determinados escalões, dependente da abertura anual de vagas. A ministra lembrou que este é o regime em vigor na administração pública. Durante uma sessão que se prolongou por quase quatro horas, Alçada frisou também que, contrariamente ao que se passa noutras profissões, no que respeita aos índices salariais dos professores "não há uma desigualdade muito grande em relação a outros países europeus". "Neste momento de crise, não é defensável em termos de interesse público que uma profissão tenha uma posição de benefício em relação a outras profissões ou carreiras", acrescentou.

Em declarações aos jornalistas, disse, contudo, estar com "bastante esperança" de que seja possível alcançar um acordo - "total ou parcial" - com os sindicatos sobre o novo estatuto da carreira e o modelo avaliação de desempenho. A próxima ronda está marcada para amanhã.

Correio da Manhã

segunda-feira, 21 de dezembro de 2009

Prevenir a indisciplina

É necessário que o professor conheça bem os seus alunos e a si próprio. Precisa de estar consciente da dinâmica das relações interpessoais (aluno-aluno, aluno-professor, professor-aluno) e de estar atento à adequação das actividades que propõe, relativamente à diversidade dos alunos da turma.



Muito se tem falado de indisciplina nas escolas. Será ela um problema dos tempos modernos ou virá já de tempos antigos? Quem não se recorda, independentemente da idade, das partidas que a sua turma gostava de pregar aos professores e daquele colega que volta e meia levava falta disciplinar? Quais são as causas da indisciplina? Como é que ela pode ser prevenida?

Os factores que favorecem a indisciplina são múltiplos:

- algumas características de cada nível etário;

- a falta de interesse pelas matérias leccionadas;

- dificuldade em acompanhar as matérias dadas na aula, por falta de bases ou por dificuldades de aprendizagem;

- excessiva permissividade ou demasiado autoritarismo por parte do professor;

- aulas pouco motivadoras;

- dificuldades de relacionamento professor/alunos ou alunos/alunos;

- salas de aula sem condições;

- turmas demasiado grandes.


Sendo extensa, esta lista não esgota as causas de insucesso escolar da escola recente e da mais antiga. Contudo a todas elas juntam-se agora outras, resultantes da massificação do ensino. O público-alvo da escola é heterogéneo, social e culturalmente. Muitos alunos, oriundos de meios socioculturais desfavorecidos e de zonas rurais, não se identificam com a linguagem da escola. Os graves problemas que existem na sociedade (famílias desagregadas, toxicodependência, etc.) chegam às salas de aula. Não obstante uma tão grande modificação da sua realidade sociocultural, a estrutura da escola não se alterou grandemente.


Como prevenir a indisciplina?

É necessário que o professor conheça bem os seus alunos e a si próprio. Precisa de estar consciente da dinâmica das relações interpessoais (aluno-aluno, aluno-professor, professor-aluno) e de estar atento à adequação das actividades que propõe, relativamente à diversidade dos alunos da turma. A redução do número de alunos por turma e o apetrechamento das salas de aula com material informático e outro impõem-se.

Os professores desempenham novas funções (professor-tutor) e leccionam novas áreas (Área de Projecto e Formação Cívica), nas quais os alunos podem desenvolver competências sociais indispensáveis e realizar projectos motivadores que permitem aprendizagens em contextos menos formais. Surgem novas profissões nas escolas, embora a um ritmo inferior ao desejado. É o caso dos animadores culturais e dos psicólogos. Faz-se sentir muito a necessidade de assistentes sociais. A colaboração das famílias com a escola precisa de ser reforçada.

Os novos desafios que a escola enfrenta não podem ser resolvidos pela exclusão dos sectores mais desfavorecidos da sociedade. É preciso procurar respostas que passam pela criação de melhores condições nas escolas, pela formação inicial e contínua dos professores em áreas como a sociologia, pelo envolvimento das famílias e da comunidade e pelo trabalho de equipas multidisciplinares. Lá diz o ditado: 'Mais vale prevenir que remediar!'.


ARMANDA ZENHAS Mestre em Educação, área de especialização em Formação Psicológica de Professores, pela Universidade do Minho. É licenciada em Línguas e Literaturas Modernas, nas variantes de Estudos Portugueses e Ingleses e de Estudos Ingleses e Alemães, e concluiu o curso do Magistério Primário (Porto). É PQND do 3.º grupo da Escola EB 2,3 de Leça da Palmeira e autora de livros na área da educação. É também mãe de dois filhos.


sexta-feira, 18 de dezembro de 2009

Conselho de Escolas entrega propostas de revisão do Ensino Básico até final do ano lectivo


"O Conselho de Escolas conta apresentar algumas propostas em Abril/Maio", disse à agência Lusa o presidente do órgão consultivo do Ministério da Educação, Álvaro Almeida dos Santos.

Este será o tema dominante da reunião de plenário do Conselho, a realizar sexta-feira e na qual é esperada a ministra da Educação, Isabel Alçada, durante parte dos trabalhos.

As questões relativas à avaliação e carreira dos professores deverão também ser abordadas por serem temas directamente relacionados com a escola, mas o Conselho de Escolas "não vai imiscuir-se em nada que seja do âmbito sócio-profissional", matéria que diz respeito às organizações sindicais, disse Álvaro Almeida dos Santos.

"Não será um parecer formal, daremos apenas a nossa opinião", acrescentou. Segundo o presidente deste órgão, a reorganização do Ensino Básico está a ser estudada por um grupo de trabalho e poderá implicar uma redução do número de disciplinas.

Ainda nada está definido, mas de acordo com Álvaro Almeida dos Santos este nível de ensino poderá reorganizar-se em áreas de competências, áreas curriculares com disciplinas ou conjuntos de disciplinas.

"Se temos uma competência histórico-geográfica para desenvolver com os alunos, não precisamos de ter uma disciplina de História e outra de Geografia. Poderão juntar-se", exemplificou.

Álvaro Almeida dos Santos considera também necessária uma nova organização temporal, que pode resultar em alterações no número de horas de cada disciplina.

"Podemos ter um esquema diferente, mas são apenas hipóteses de trabalho", frisou.

"Em vez de termos ´x´ tempos de horas definidas por semana, podemos ter um modelo anual ou semestral para alcançar os objectivos. O importante é ser mais eficaz, proporcionar uma maior qualidade. Os caminhos poderão ser diferentes para lá chegar", avançou.

O importante, sublinhou, é que a nível do Ensino Básico se consigam desenvolver as oito competências-chave definidas pela União Europeia: comunicação na língua materna e em línguas estrangeiras, competência a Matemática e competências básicas em Ciências e Tecnologia, competência em Tecnologia Digital, Aprender a Aprender (ter competências para aprender sempre), competências sociais e cívicas, espírito de iniciativa e empreendedorismo, conscencialização da identidade cultural e a sua expressão.

"Isto é transversal a todo o currículo e é com estas competências que temos de trabalhar ao rever o ensino básico", declarou, indicando que o novo programa que está a ser testado para Língua Portuguesa e Matemática já vai ao encontro destes pressupostos.

quinta-feira, 17 de dezembro de 2009

Relatório Internacional


Este estudo, realizado pela Data Angel, apresenta uma perspectiva não técnica do modo como os economistas encaram a literacia, considerada como um importante motor do crescimento económico e do desenvolvimento social equilibrado dos países.

As mudanças recentemente ocorridas na estrutura da economia mundial aumentaram significativamente a necessidade de uma população com competências de literacia, o que pressupõe um investimento elevado e sustentado nesta área.

Segundo o referido estudo, Portugal tem de desenvolver medidas para aumentar os níveis de literacia dos cidadãos, nomeadamente dos adultos, para manter a sua competitividade nos mercados europeu e mundial.

Entre as opções políticas consideradas determinantes para o aumento das competências de literacia no nosso país, o relatório destaca o alargamento da educação pré-escolar a todas as crianças de quatro e cinco anos e o Plano Nacional de Leitura (PNL), que dá especial importância à leitura diária com as crianças do pré-escolar e dos primeiros seis anos de escolaridade.

Encarado como um elemento crucial no esforço nacional para melhorar a oferta de competências de literacia no país, o PNL deve beneficiar, de acordo com o referido relatório, de apoio político e financeiro sustentado para que possa vir a ter um impacto significativo na melhoria das competências de literacia dos portugueses.

Para além do alargamento do tempo dedicado a tarefas de leitura nos primeiros anos de escolaridade, os peritos vêem como fundamental melhorar a prática pedagógica dos professores no que respeita à literacia.

Neste sentido, é importante desenvolver um conjunto mais amplo de instrumentos para o diagnóstico precoce de dificuldades de leitura dos alunos, definindo, simultaneamente, estratégias de intervenção para ultrapassar as dificuldades identificadas.

Um pilar considerado decisivo, pelos autores do estudo, para aumentar as competências de literacia em Portugal é o desenvolvimento da iniciativa Novas Oportunidades, destinada aos jovens em risco de abandonar o sistema educativo e aos adultos que necessitam de complementar a sua formação.

Assim, se a conclusão do ensino secundário é vista como um indicador determinante que maximiza a probabilidade de os estudantes atingirem um patamar mais elevado ao nível da literacia, o investimento na literacia dos adultos é baseado num argumento de ordem económica, na medida em que se reflecte na melhoria das condições no que respeita ao emprego, ao nível de vida e de saúde dos cidadãos.

Sem a aposta na melhoria da literacia dos adultos, a eficácia do PNL corre o risco de diminuir, já que as crianças que vivem em agregados familiares caracterizados por baixos níveis de escolaridade dos pais e pouca prática de leitura são menos receptivas aos incentivos criados pelo PNL.

De acordo com o relatório, o maior enfoque em programas de literacia dirigidos às famílias tem o potencial de melhorar, ao mesmo tempo, os níveis de competências de literacia de ambas as gerações.

Este estudo valoriza as reformas educativas em curso em Portugal, em particular o PNL, com o argumento de que este investimento se vai reflectir na capacidade de a economia criar riqueza, impedindo que, pelo contrário, o défice de literacia gere níveis indesejáveis de desigualdades com consequências negativas a nível social e económico.


Para mais informações, consultar:




quarta-feira, 16 de dezembro de 2009

Legislação


 

Publicado em Diário da República
 
― Despacho n.º 26104/2009. D.R. n.º 232, Série II de 2009-11-30da Presidência do Conselho de Ministros e Ministério da Educação
Renova as comissões de serviço dos seguintes titulares de cargos de direcção superior de 1.º grau dos serviços do Ministério da Educação: licenciado Edmundo Luís Mendes Gomes - GGF; licenciado José Joaquim Machado Courinha Leitão - DRELVT; Doutor José Lopes Cortes Verdasca - DREAlentejo; licenciado Luís Manuel da Silva Correia – DREAlgarve; doutorado Luís Manuel Marques Custódio - Gab. Coord. do Sistema de Informação do ME; intendente Paula Cristina da Graça Peneda - Gab. Coord. da Segurança Escolar do ME.
 
― Despacho n.º 26105/2009. D.R. n.º 232, Série II de 2009-11-30daPresidência do Conselho de Ministros e Ministério da Educação
Nomeia o licenciado António de Oliveira Leite para exercer o cargo de director regional de Educação do Norte.
 
― Anúncio n.º 9227/2009. D.R. n.º 232, Série II de 2009-11-30dosMinistérios do Trabalho e da Solidariedade Social e da Educação ― Agência Nacional para a Qualificação, I. P.
Listas de candidatos acreditados, por ordem alfabética e por NUT II e NUT III, na sequência do procedimento de acreditação de avaliadores externos no âmbito dos Centros Novas Oportunidades aberto pelo Aviso n.º 2473/2008, de 31 de Janeiro.
 
― Declaração n.º 414/2009. D.R. n.º 235, Série II de 2009-12-04do Ministério da Educação - Secretaria-Geral
Em cumprimento do estipulado no artigo 1.º da Lei n.º 26/94, de 19 de Agosto publica-se a listagem das transferências efectuadas pelos organismos do Ministério da Educação no 1.º semestre de 2009.
 
― Resolução n.º 25/2009. D.R. n.º 235, Série II de 2009-12-04da Presidência do Conselho de Ministros – Conselho de Ministros
Delega na Ministra da Educação a competência para a prática de todos os actos a realizar no âmbito dos procedimentos abertos através das Resoluções do Conselho de Ministros n.os 125/2008, de 21 de Agosto, 35/2009, de 11 de Maio, e 69/2009, de 20 de Agosto, adoptadas no âmbito do Plano Tecnológico da Educação.
 
― Despacho (extracto) n.º 26423/2009. D.R. n.º 235, Série II de 2009-12-04, dos Ministérios do Trabalho e da Solidariedade Social e da Educação - Agência Nacional para a Qualificação, I. P.
Formalização da alteração do âmbito de intervenção territorial do Centro Novas Oportunidades promovido pelo CIVEC.
 
 
 
Informações Gerais
 
― Regime de Fruta Escolar
A Portaria 1242/2009 de 12 de Outubro dos Ministérios da Agricultura do Desenvolvimento e das Pescas, da Saúde e da Educação aprova o Regime de Fruta Escolar (RFE) na sequência do Regulamento (CE) nº 288/2009 da Comissão de 7 de Abril.
Para mais informações: www.dgidc.min-edu.pt/
 
― 'Sábados Especiais': 2.º Encontro
O Gabinete de Acompanhamento à Educação Especial da Direcção Regional de Educação do Norte (DREN) e a Escola Secundária Alexandre Herculano, Escola de Referência para a Educação Bilingue de Alunos Surdos, organizam o 2.º Encontro do Programa 'Sábados Especiais'.
O Encontro vai ter lugar na escola Secundária Alexandre Herculano, no Porto, no próximo dia 12 de Dezembro.
Para mais informações: http://w3.dren.min-edu.pt
 
― Plano Tecnológico da Educação ― Inscrições até 15 de Dezembro de 2009
Todos os alunos matriculados, no presente ano lectivo, no 1.º ano do ensino básico terão acesso a um computador portátil, adaptado a este nível de ensino, para utilização no processo de aprendizagem, nomeadamente em ambiente de sala de aula.
Para mais informações: http://www.drel.min-edu.pt/
 
― Dispensa de serviço para formação - 2009/2010
Publicação de despachos da Senhora Ministra da Educação que concedem dispensa de serviço para formação - 2009/2010.
Para mais informações: www.gave.min-edu.pt/
 
― Relatório Internacional
O relatório intitulado “A Dimensão Económica da Literacia em Portugal: uma análise”, apresentado pelo seu coordenador, Scott Murray, na conferência realizada no dia 2 de Dezembro, na Fundação Calouste Gulbenkian, em Lisboa, conclui que é necessário dar continuidade às reformas educativas em curso em Portugal, para que o país possa manter a competitividade nos mercados internacionais.
Para mais informações: http://www.min-edu.pt/np3/np3/4458.html
 
― Prémio Fundação Ilídio Pinho 'Ciência na Escola' – 8.ª edição
Criado em 2002 com o objectivo de estimular o interesse dos alunos pelas ciências, o Prémio Fundação Ilídio Pinho 'Ciência na Escola' resulta de um Protocolo entre a Fundação Ilídio Pinho, o Ministério da Educação e o Banco Espírito Santo. Candidaturas até 8 de Janeiro de 2010.
Para mais informações: http://www.drel.min-edu.pt/
 

terça-feira, 15 de dezembro de 2009

Conectando Mundos



Conectando Mundos é uma proposta didáctica de Educação para a Cidadania Global desenvolvida por quatro Organizações Não Governamentais europeias: Ucodep (Itália), Intermón Oxfam (Espanha), Inizjamed (Malta) e CIDAC (Portugal).

Na edição de 2008/2009, participaram 84 escolas e 2958 alunos/as de todo o país na proposta didáctica "Conectando Mundos". Na presente edição gostaríamos de aumentar o número de professores/as e alunos/as de todo o país. Por isso, convidamos a DGIDC a divulgar esta proposta às escolas básicas e secundárias através do seu site.
Educar para a Cidadania Global representa educar para temas relevantes, com a intenção de que se produza uma transformação progressiva nos valores, atitudes e comportamentos dos nossos alunos e alunas, enquanto cidadãos conscientes da complexidade do mundo e participativos e comprometidos na construção de uma sociedade justa, equitativa e solidária.
A proposta didáctica é dinamizada através da plataforma online www.conectandomundos.orge permite a participação e o intercâmbio entre alunos/alunas e professores/professoras de diferentes realidades geográficas (Portugal, Malta, Itália, Espanha, Brasil, Cabo Verde, Tanzânia, República Dominicana, Quénia, etc.) e sócio-económicas, e de diferentes níveis de ensino (alunos dos 6 aos 17 anos).


Contamos com a participação da(s) sua(s) turma(s)!

Para participar é necessário preencher o formulário de inscrição on-line que se encontra no site www.conectandomundos.org a partir de dia 13 de Outubro e até dia 13 de Janeiro de 2010.

segunda-feira, 14 de dezembro de 2009

domingo, 13 de dezembro de 2009

Legislação

Publicado em Diário da República
 
― Despacho n.º 25931/2009. D.R. n.º 230, Série II de 2009-11-26doMinistérios dos Negócios Estrangeiros e da Educação
Estratégia Nacional de Educação para o Desenvolvimento (2010-2015).
 
― Edital n.º 1125/2009. D.R. n.º 230, Série II de 2009-11-26do Ministério da Educação ― Conselho Nacional de Educação
Designação de um representante das associações de estudantes do ensino secundário ao Conselho Nacional de Educação.
 
― Regulamento n.º 472/2009. D.R. n.º 230, Série II de 2009-11-26, doMinistério da Educação ― Conselho Nacional de Educação
Designação de um representante das associações de estudantes do ensino secundário ao Conselho Nacional de Educação.
 

 
Informações Gerais
 
― A conferência 'A Dimensão Económica da Literacia em Portugal: Umaanálise'
A conferência de apresentação do estudo “A Dimensão Económica da Literacia em Portugal: uma análise”, terá lugar no próximo dia 2 de Dezembro, pelas 10:30h, na Fundação Calouste Gulbenkian.
Para mais informaçõeswww.gepe.min-edu.pt/
 
― Convite às Escolas: Comemorações do Centenário da República
A Direcção Regional de Educação do Norte, em colaboração com a Comissão Nacional para as Comemorações do Centenário da República (CNCCR) e a Direcção-Geral de Inovação e Desenvolvimento Curricular (DGIDC), organizou, no dia 27 de Novembro, uma reunião com Escolas e Agrupamentos de Escolas da região Norte para divulgação do Programa das Comemorações do Centenário da República –
República nas Escolas.
Para mais informações: www.dren.min-edu.pt/
 
― Formação no âmbito das AEC (online)
Divulgação das Acções de Formação no âmbito do Programa das Actividades de Enriquecimento Curricular no 1.º ciclo do ensino Básico.
Para mais informações: www.dgidc.min-edu.pt/
 
― Educação e Seus Desafios: Perspectivas Actuais
Ciclo de conferências que irá decorrer entre Novembro de 2009 e Maio de 2010.
Para mais informações: http://www.drel.min-edu.pt/
 
― “Inclusão – Um desafio entre o ideal e o real”
Conferência sobre o tema da Inclusão de Crianças com Necessidades Educativas Especiais “Inclusão – Um desafio entre o ideal e o real”, que vai ter lugar na Fundação Calouste Gulbenkian, no dia 5 de Dezembro.
Para mais informações: http://www.centroaba.com/pt/


 
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